Bragança, PA · 1990
Bragança, PA. 1990
Dannoelly é artista visual, muralista e educadora paraense, natural de Bragança (PA) e residente em Belém. Sua produção articula memórias ribeirinhas, questões socioambientais e o protagonismo feminino, elementos centrais de sua pesquisa artística.
Com forte enfoque no realismo, dedica-se à representação de rostos e olhares femininos, construindo narrativas visuais que evidenciam histórias de resistência e denúncia. A figura humana ocupa lugar central em seu trabalho, atuando como campo de expressão de afetos, tensões e experiências do cotidiano amazônico.
Trabalha com pintura acrílica, óleo, giz pastel, arte digital e muralismo, estabelecendo diálogos entre procedimentos tradicionais da pintura e práticas contemporâneas de intervenção no espaço urbano. Sua produção circula entre museus, galerias e espaços públicos.
Em 2025, suas obras passaram a integrar acervos institucionais em Belém, entre eles o Museu de Arte de Belém (MABE), o Museu de Arte da UNAMA, a Galeria Theodoro Braga da Fundação Cultural do Pará e o Tribunal Regional Eleitoral do Pará.
1990, Bragança, Pará. Vive e trabalha em Belém do Pará.
Artista visual, muralista e educadora.
Uma produção que articula memórias ribeirinhas, protagonismo feminino e questões socioambientais — do realismo de rostos e olhares ao muralismo de grande escala.
A série Olhares Sensíveis deve ser interpretada como um grito de alerta contra a violência à mulher. Cada obra busca representar os milhares de sentimentos que cada mulher está sentindo: a dor, a força, a resistência, a vontade de lutar.
Vislumbre, 2025
Série: Olhares Sensíveis
Óleo sobre tela
40 x 70 x 5 cm
Presente, 2025
Série: Olhares Sensíveis
Óleo sobre tela
60 x 90 x 5 cm
Um Grito a Vista, 2025
Série: Olhares Sensíveis
Óleo sobre tela
30 x 40 cm
Onde, 2025
Série: Olhares Sensíveis
Óleo sobre tela
30 x 40 cm
Sem título, 2024
Técnica mista sobre papel
18,5 x 62 cm
Onça, 2025
Série: Olhares da Fauna
Óleo sobre tela
90 × 50 cm
Essa série nasce do olhar que paira pelas memórias de Bragança, no Pará. Lugar onde o tempo não corre: flutua, no ritmo das águas. As pinturas carregam os igarapés, as travessias em família, os caminhos entre o vento e o sal.
Ajuru, 2026
Série: Entre rios e marés
Óleo sobre tela
30 x 45 cm
Entre Rios, 2026
Série: Entre rios e marés
Óleo sobre tela
30 x 45 cm
Artefato 02, 2026
Série: Arqueologia do Lar
Acrílica e Óleo sobre tela
20 x 35 cm
Artefato 01, 2026
Série: Arqueologia do Lar
Acrílica e Óleo sobre tela
20 x 35 cm